Pular para o conteúdo principal

Postagens

Destaques

Eleições 2018: a escuta necessária para levar às urnas os que não foram no primeiro turno

Por Cidinha da Silva


Quando um ex-líder da Ku Klux Klan faz a seguinte declaração sobre o candidato fascista das eleições presidenciais do Brasil: “ele soa como nós”, uma pergunta se impõe diante do apoio popular que o fascista recebe: “onde nós, do campo progressista, erramos”?
A resposta que encontro é atravessada (para além do projeto de conquista do poder pelos políticos evangélicos)pela ausência de escuta, nem falo de escuta qualificada, falo de escuta simples, cotidiana, aquela do café, do almoço, dos afazeres domésticos, do fim do dia de trabalho, do dia de folga.
É uma resposta que nasce do mundo de vista da autocrítica, não aquela proposta pelo irmão mais novo do clã Gomes, da colérica conexão Pindamonhangaba-Sobral-Fortaleza, não, não falo sobre esse tipo de autocrítica. Trato de uma perspectiva séria, propositiva, transformadora.
Vejo muitos depoimentos de pessoas que estão conquistando votos para o campo democrático em conversas com desconhecidos nas ruas, no transporte c…

Últimas postagens

Eleições 2018: e nós com isso?

CIDINHA DA SILVA E A ENCRUZILHADA COMO ESCOLHA LITERÁRIA

Mil placas para Marielle Franco

Alô Brasília, estamos chegando...

No LiteraSampAfro... dia 23 de outubro no Museu Afro-Brasil

Bate-papo com Cidinha da Silva sobre seus livros novos

Um Exu em Nova York Aterrissa na Livraria Tapera Taperá

Sobre mulheres negras no Legislativo 2018

Ferrez indica meu livro #paremdenosmatar! na revista Bravo. Muito obrigada, Ferréz Escritor.

Eleições 2018: não nos dispersemos!