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Sobre as mudanças na curadoria da Flip: muito malandro achando que todo mundo é mané!

Mar gente, quem é que dá ponto sem nó em política? Eu penso que o nome da tal mulher negra para a próxima curadoria da Flip já está acertado, ela foi convidada, negociou, estabeleceu condições e aceitou. À demissionária cabe sair por cima, de forma a ter a possibilidade de dizer que foi player importante nos novos rumos dados ao evento. Imagino dois cenários: no primeiro, ela teria cantado a pedra ("postura visionária"); no segundo, teria influenciado diretamente a decisão de chamarem uma mulher negra ("antirracismo na prática") para a função de curadora. As coisas eram assim no meu tempo, não sei se mudaram nos dias de hoje. Só não vou contar minha aposta de convidada à função de curadora pra não tirar o doce da boca das pessoas, mas fico entre duas, uma escritora importantíssima e uma professora de universidade pública, ambas residentes em São Paulo (muito amadas e respeitadas por todas nós). Vamos ver se meus búzios acertam.

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