A arara de muitas cores, vigésimo primeiro livro de Cidinha da Silva

A ARARA DE MUITAS CORES é meu livro-caçula e me oferenda a marca de 21 publicações autorais. Não são 21 linhas ou páginas, são 21 livros em 17 anos de carreira literária. Numa versão mineira de Antônio Bispo: “vamos falar dos trem bão, porque dos trem ruim, o povo já fala mesmo”. Celebrem comigo, é motivo de festa, de alegria. Imaginei que outros livros chegassem ao lugar alquímico do vigésimo primeiro. Pensei que VAMOS CONVERSAR SOBRE RELAÇÕES RACIAIS? CRÔNICAS PARA DEBATER O ANTIRRACISMO NA ESCOLA, ocuparia esse lugar, mas, minhas editoras queridas, Flávia Lago (@flavialago_editora) e Rejane Dias (@rejane_dias_autentica), da superpotência Autêntica (@autenticaeditora), acharam por bem deixar o lançamento para o primeiro semestre de 2024. Depois prospectei que o vigésimo primeiro livro seria o PARA NÓS, NUNCA HOUVE TEMPO BOM, NÃO PODE HAVER TEMPO RUIM – rumo a um milhão de livros em circulação, livro acertado com a querida editora Patuá (@editorapatua), mas, não consegui entregar o texto a tempo e estou em tratativas com o querido Eduardo Lacerda (eduardolacerda_), para também publicá-lo no primeiro semestre de 2024. Coube ao ARARA, um livro para as infâncias (meu 4º livro), ilustrado pela nobre jabutada 2023 Suzane Lopes (@movimento1989), ocupar esse lugar simbólico, cujos significados apenas começo a processar. Meu editor, Paulo Fuzinelli (@qqqaulo), diante de minha insistente pergunta sobre a distribuição dos livros num único mês do clube de leitura que o publicou, o Leiturinha (@leiturinha), me disse: “Sim, Cidinha, são 15 mil araras voando desde o mês de novembro”. Vocês têm noção do que isso significa para alguém que, mesmo com uma carreira consolidada, ainda tem tiragens de mil ou dois mil exemplares iniciais em variadas editoras? Quinze mil exemplares para começar a conversa. Agradeço e celebro. Venham junto. Deixem as impressões de vocês aí nos comentários.

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