Bate-papo na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, dia 14 de maio de 2017

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22 de jun de 2011

Cine no Kanzu, de volta a São Paulo

(Divulgação). "Cine no Kanzu, é um espaço para reflexões a partir da exibição de títulos cinematográficos dirigidos por africanos e afrodiaspóricos. Acontece sempre no último domingo do mês. O objetivo é entender a estética e dialética do cinema feito no continente africano e na diáspora africana. Kanzu significa "casa pequena"em bantu, idioma utilizado na região do Congo. Após a sessão, que ocorre na sede da Odun, há um breve debate sobre as questões apresentadas no filme."

21 de jun de 2011

Turma da EJA apresenta trabalho artístico sobre o Pentes, na Prefeitura de Belo Horizonte

(Divulgação). "Estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Escola Municipal Alice Nacif (Regional Pampulha), apresentaram no dia 18 de maio o resultado do trabalho feito sobre o livro de Cidinha da Silva - Os nove pentes d'África. Durante as atividades, os alunos pesquisaram sobre a cultura africana, visitaram museus, foram a exposições e confeccionaram os pentes, assunto principal do livro. O objetivo do projeto foi estimular a leitura entre os participantes, além de ensiná-los a valorizar a diversidade cultural, respeitando as diferenças entre os indivíduos. Segundo a professora Ivana Dias Rabelo o trabalho envolveu a história da África, conhecimentos sobre linguagem, geografia, literatura e artes. “ Os alunos se reconheceram como integrantes dessa diversidade cultural, o que contribui para a valorização da nossa história”, analisa."

20 de jun de 2011

Quadrinhos africanos em português: Aya de Yopougon

De Marguerite Abouet (texto) e Clément Oubrerie (ilustrações). Tradução de Julia da Rosa Simões. Prêmio de Melhor álbum de estreia no Festival Internacional de HQ de Angoulême em 2006. (Divulgação). "Esqueça tudo o que você já ouviu sobre a África, pois este é um livro que vai mostrar uma outra visão das pessoas que vivem por lá. Em Yop City (é assim que o pessoal chama o bairro de Yopougon), na Costa do Marfim, não se ouve falar de guerra civil, aids ou fome. O que se ouve são as confusões de três amigas, Aya, Bintou e Adjoua, que vivem os mesmos dilemas de tantas outras jovens de sua geração: garotos, festas e dúvidas sobre o futuro. Esta crônica do cotidiano na costa-marfinense no fim dos anos 70 é um pouco do que a própria autora Marguerite Abouet vivenciou, contado de uma maneira sensível e cheia de humor, retratado com incrível vivacidade pelos desenhos de Clément Oubrerie. A beleza de Aya está na sonoridade, nas cores africanas e nos sabores que saltam das páginas, como o aroma da sopa de amendoim (cuja receita, aliás, pode ser lida no "bônus marfinense" ao final do livro). Uma África desprovida de clichês, um retrato social sensível, uma história de amor e amizade." Editora LPM.

17 de jun de 2011

Três espetáculos encerram temporada no espaço Clariô, em São Paulo

GRUPO CLARIÔ DE TEATRO 11 9995 5416/ 11 9621 6892 grupoclario@uol.com.br www.espacoclario.blogspot.com ESPAÇO CLARIÔ Rua Santa Luzia, 96 - Jd. Santa Luzia, Taboão da Serra/SP ( próximo ao Extra Taboão e Hospital Family / Rua do pé do Morro do Cristo).

15 de jun de 2011

16 de junho, 4 anos do Sarau Elo da Corrente! Parabéns!

O Sarau Elo da Corrente é o meu sarau em Sampa. O lugar onde me sinto à vontade, onde há muita gente atenta, onde não há disputa insana pelo microfone. Eu me sinto em casa. Parabenizo aos amigos queridos Michel e Raquel e a todo mundo que mantém firme a chama de um sarau fraterno e caloroso.

13 de jun de 2011

Carta Convite (Chamada Aberta para o Livro das Louva-Deusas!!!!!)

"Agô Yabás! O Coletivo de Mulheres Negras Louva-deusas pede licença pra um chamado às mulheres negras do Brasil para compartilhar conosco seus escritos numa coletânea de textos literários que será lançada esse ano, com a nossa cara e a nossa chama. A literatura negra feminina brasileira é arte e ação. As obras escritas por autoras negras brasileiras são significativas, não foram poucas e seus trabalhos revolucionaram a maneira de sentir e ser mulher negra na literatura. Dentre elas Maria Firmina dos Rei, escritora de Úrsula publicada em 1859, Auta de Souza, autora do livro de poemas Horto publicado em 1900 que está atualmente na quinta edição; Antonieta de Barros, também conhecida por Maria da Ilha, que além de professora foi a primeira mulher catarinense a se eleger para uma cadeira da Assembléia Legislativa, autora de Farrapos de Idéias, publicado em 1937. Ruth Guimarães, autora de, entre outros, Água Funda, de 1943; Carolina Maria de Jesus, autora de, entre outros, Quarto de despejo: diário de uma favelada (1960), livro que bateu todos os recordes de venda no mercado editorial nacional; Anajá Caetano, que escreveu Negra Efigênia: Paixão de Senhor Branco em 1966, tratando de temas como a escravidão e aspectos da cultura africana; Geni Guimaraes, autora de Terceiro Filho, publicado em 1979, Leite de Peito e A Cor da Ternura, de 1988 e 1989, respectivamente, e Maria Izabel Leme, autora de Ovelha Negra; Conceição Evaristo, poeta e romancista; Miriam Alves, Esmeralda Ribeiro, Graça Graúna, Sônia Fátima, Raquel Almeida, Maria Tereza, Cidinha da Silva; Dinha, Elizandra Souza, Pilar, e tantas outras escritoras que ainda não puderam publicar seus escritos. Partindo dessa tradição, o Coletivo de Mulheres Negras Louva-deusas, através do Selo Editorial (...) lança chamada pública de escritos inéditos para publicação de uma coletânea de textos literários de autoria de mulheres negras, abrangendo poesias, contos e crônicas." Quem pode participar? Mulheres negras de qualquer faixa etária e de qualquer região do país, que não tenha trabalho literário publicado. Critérios de inscrição: 1.Textos literários (poesia, conto ou crônica); 2.Cada autora deverá enviar uma mostra de seu trabalho; 2.1 Poesia: de 05 a 07 poemas; 2.2. Prosa: de 02 a 03 textos; 3. Formato: times 12, espaço 1,5. 4. Currículo resumido contendo dados pessoais, atividades profissionais e culturais desenvolvidas na comunidade; escolaridade, foto. Os textos devem ser enviados para o e-mail: louva.deusas@yahoo.com.br Data limite para envios dos textos: 30/06/2011

9 de jun de 2011

Cidinha da Silva por Flávia Rios na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, em São Paulo

Debates, sambas, recitais e cenas - Na Biblioteca Municipal Alceu Amoroso Lima: Rua Henrique Schaumann, 777 – Pinheiros, São Paulo/SP Em 03, 04, 10 e 11 de junho, sempre às 19hs - Conferir mais detalhes e cartaz do encontro no www.edicoestoro.net ------------------------ (Por Allan da Rosa)"Quais teias algumas escritoras e poetas negras brasileiras, africanas ou latino-americanas vão preparando nas beiradas dos espelhos oficiais? Que apetites abrem em nossas leituras? Como salgam as páginas brancas? Como afinam suas urgências, suas ancestralidades? Como mergulham nos temas, afiam seus estilos e bailam a expressão nas contradições da veia, do espelho, do cotidiano e das lutas necessárias e imperfeitas? Se a literatura é uma casa do pensamento, por quais quintais do pulso, da pele e do coração passa a sua alma? Aqui o convite pra desfrutar o sabor das mesas de debate. E das sobremesas também, com as cenas e cantorias, a versação e a dança engenhadas por mulheres arteiras e matuteiras que vivem e recriam estas perguntas. Tudo começando com a homenagem necessária à oralidade, ao corpo que canta e aquece comunidades com melodia e ritmo, representado no encontro pelas mulheres do samba.   *Sexta-feira 10/06, às 19hs: Latino-América: Laura Esquivel (Romancista do México), por Sonia Bischain (Jornalista, romancista e poeta do Coletivo Sarau da Brasa); Gioconda Belli (Poeta e romancista da Nicarágua), por Carolina Teixeira (Artista plástica e poeta); Rigoberta Menchú (contista e líder indígena da Guatemala), por Lucía Tennina (Professora de Literatura na Universidad de Buenos Aires, pesquisadora da literatura periférica de SP); Apresentação: "Agua de Lluvia", com Amandy González (poeta, atriz e dramaturga paraguaia).   *Sábado 11-06, às 19hs – Negras Brasileiras Contemporâneas: Conceição Evaristo (Poeta e romancista) , por Evani Tavares (Atriz, Pesquisadora de Teato Negro e Escritora); Maria Tereza (Poeta e Atriz), por Renata Felinto (Artista Plástica, Educadora e Pesquisadora); Cidinha da Silva (Contista e Cronista), por Flávia Rios (Socióloga e Professora); Apresentação: "Quando as palavras sopram os olhos... Respiro!" (baseado em textos da escritora cubana Tereza Cárdenas), com a Capulanas Cia de Arte Negra.

6 de jun de 2011

A Descoberta do Insólito: Literatura Negra e Literatura Periférica no Brasil (1960-2000)

(Por Mário Augusto Medeiros da Silva / Unicamp, 2011). "As ideias de Literatura Negra e Marginal/Periférica aparecem no Brasil ao longo do século XX. Estão intimamente ligadas às formas de associativismo político-cultural dos grupos sociais de origem. Geraram um número significativo de autores, temas, proposições estéticas e políticas. Existem escritores que se atrelam àquelas ideias imediatamente e as defendem; outros, apesar de negros e/ou periféricos, as repelem. Todavia, quase todo escritor negro e periférico teve, de alguma maneira, de se referir a elas ou foi discutido nesse diapasão, quando surgiu na cena pública como autor. Isso provoca discussões interessantes: o escritor negro/periférico é necessariamente autor de uma Literatura Negra/Periférica? Na passagem de personagem a autor, o que é tematizado literária e socialmente por esses escritores? Por quê as ideias de Literatura Negra/Periférica não surgem e se desenvolvem como proposições estéticas “puras”, tendo que lidar geralmente com as questões sociais nas quais seus grupos de origem estão envolvidos? Foi selecionado um recorte temporal que abarcasse o período contemporâneo, onde uma autora negra brasileira se torna mundialmente famosa por sua escrita e tema, tão singulares quanto sua origem social. Em 1960, a favelada catadora de papéis Carolina Maria de Jesus sai do anonimato com a publicação de Quarto de Despejo. Por uma série de razões, seu livro se torna um sucesso enorme e, por tantas outras, entre 1962-1977, ela desaparece progressivamente até sua morte, quase tão anônima quanto seu surgimento. Em 1997, outro autor negro de origem favelada se torna um escritor discutido quase quotidianamente, repetindo e ampliando o sucesso de De Jesus: Paulo Lins publica Cidade de Deus, um dos grandes romances da década. Entre ele e De Jesus existem uma série de aproximações, que são discutidas na tese. Mas também é interessante a maneira como eles lidaram com as questões sociais referentes a seus grupos e condições originais, bem como as ideias estéticas que seus pares, ativistas, escritores e intelectuais negros lograram criar. No espaço histórico que os separam, surgem os Cadernos Negros, publicação editada autonomamente por um grupo de escritores, a partir de 1978 até os dias correntes. Vários de seus membros estão ligados a diferentes momentos do ativismo político-cultural negro no Brasil, o que faz da série de poemas e contos algo muito interessante para o estudo, por duas razões: são autores que se inserem marginalmente no sistema literário, com uma proposta estética particular, que se pauta pela ideia primeira de ser o escritor negro escrevendo a partir de um ponto específico, tanto da condição social como literária; além disso, a série e seus autores estavam ligados à própria história do associativismo negro no Brasil. Apesar de assumirem o rótulo de serem criadores de uma Literatura Negra, isso não significa, no entanto, que haja consenso entre seus escritores sobre o que é, para quem serve, como escrever, por quê escrever etc. sob este denominador. O mesmo vale para a produção mais recente. Em 2000, com a publicação de Capão Pecado, Ferréz recoloca em debate o tema da Literatura Marginal, também chamada de Literatura Periférica. Logo após o surgimento de Paulo Lins, de origem social semelhante a este autor e Carolina M. De Jesus; além disso, procura criar um movimento estético e político, cujos vários dos ícones literários e ativistas pertencem ao universo negro. Coloca também a ideia de periferia em debate na cena pública, gerando uma série de discussões muito parecidas com as criadas em torno de De Jesus e Lins. Esses autores e seus livros foram estudados na tese, portanto, com a perspectiva de que processo social e formalização estética estabelecem diálogo e interpenetração. No decorrer da pesquisa, foram-se abrindo, em função dessa última hipótese, uma série de subtemas que se procurou explorar. A relação entre as Ciências Sociais e o ativismo político literário-negro, em momentos específicos de desenvolvimento de ambos; após 1964, um longo intervalo em que o ativismo e associativismo se mantiveram em surdina, para o ressurgimento em 1978; a complicada relação com a crítica literária; as trajetórias sociais, individuais e literárias como formações lacunares; o embate entre diversidade e desigualdade; a condição marginal da história e produção da Literatura Negra, no sistema literário como elemento aproximativo da Literatura Marginal/Periférica Contemporânea; os desencontros entre essas duas confecções estéticas e seus produtores, entre outros. O título explicita a ideia de Insólito. Trata-se de uma provocação. Na história literária brasileira, passou-se ver o escritor negro como uma espécie de avis rara, o que redundaria num sujeito fora de lugar, tanto no sistema literário como em meio ao seu grupo social. Dadas as condições sociais de produção e surgimento dos autores – em particular os estudados nesta tese – não raras vezes se questionou como foi possível a criação literária ter aparecido em cenários tão inóspitos ou deslocados. O insólito opera não como um elemento do universo fantástico; mas sim, como uma via de mão dupla do quotidiano. Pauta-se, por um lado, pela história e condições sociais a que negros e periféricos majoritariamente se encontram e vivenciam; por outro, a negação da negação, o princípio de afirmação do eu e do sujeito social, que faz com que o ativismo político e a criação literária de autores negros e periféricos se tornem possíveis. O insólito existe porque existe a História e nela se desvelam horizontes de possibilidades, que se confirmam ou não. Contudo, o insólito se apresenta assim também porque se constroem prejulgamentos sobre os lugares naturais e naturalizados para sujeitos nascidos e socializados em determinadas condições sociais. Quando ocorre a negação da negação, gera-se a pergunta de espanto. Em diferentes aspectos da história do grupo negro e periférico, essa negação se operou através da Literatura e/ou do ativismo. E é sobre isto que a tese procura dissertar, centralmente." Disponível em: http://www.4shared.com/document/JbubRcsI/TeseMARIO_IFCH.html E-mail do autor: marioaugustomed@yahoo.com.br

2 de jun de 2011

Os Crespos Somente 2 apresentações da novo trabalho "Além do Ponto", em São Paulo...

Neste Mês de Junho a Peça está compondo a Mostra 59, que acontece no Tusp (teatro da universidade de São Paulo) localizado à Rua Maria Antônia, 294, Consolação. Somente nos Dias 16 e 17 De junho Quinta e Sexta, às 21h. “Além do Ponto” O mais recente trabalho da Cia Os Crespos, contou novamente com a Direção de José Fernando de Azevedo. Fruto de um processo colaborativo como sempre acontece com o Coletivo. A Pesquisa agora foi uma esplanada sobre o amor e seus desdobramentos, e uma tentativa de traçar um olhar para as afro-afetividades na contemporaneidade. Numa sociedade onde prevalece a supremacia dos brancos, a vida dos negros é permeada por questões políticas que explicam a interiorização do racismo e de um sentimento de inferioridade. Esses sistemas de dominação são mais eficazes quando alteram nossa habilidade de querer e amar. Nós negros temos sido profundamente feridos, como a gente diz, "feridos até o coração", e essa ferida emocional que carregamos afeta nossa capacidade de sentir e consequentemente , de amar. Somos um povo ferido. Feridos naquele lugar que poderia conhecer o amor, que estaria amando. A vontade de amar tem representado um ato de resistência para os Afro- brasileiros . Mas ao fazer essa escolha, muitos de nós descobrimos nossa incapacidade de dar e receber amor. Partindo do pré suposto que o amor cura e nossa recuperação está no ato e na arte de amar, o jogo dos personagens em cena é, a partir da separação, Sidney Santiago e Lucélia sergio vivem um casal que tentam imaginar um amor sem dor, a separação como a cura para uma doença e não como um fim.Através da estrutura do Fragmento os encontros são lançados um a um chegando a totalidade de nove.Nove tentativas para encontrar um fim. Num jogo de pergunta e resposta a história é revisitada, a mala é aberta e os nos da dor são desfeitos um á um. Ela e Ele não possuem nome, se encontram a primeira vez depois de exatos 42 dias ,aproximam-se timidamente, se olham e perguntam se estão prontos para viver o encontro. “Será que o fim nos permite reconhecer, de novo, uma primeira vez?” Os personagens imersos nessa situação limite - que é uma ruptura - olham para seu percurso, seus encontros, já em outro lugar, com o olhar da mudança. O objetivo da montagem é chegar a um ambiente de afetividade em que a relação de proximidade com o público possibilite uma conversa, pensar sobre o que permanece depois do fim. Além dos atores a montagem conta com uma Dj (Dani Nega) que faz as vezes de cupido urbano,colocando cada disco na agulha no instante exato ,dando sonoridade , pausa e suspensão para cada impulso. A direção de arte é de Antônio Vanfil, que criou um cenário inspirado no apartamento de um casal que acaba de se separar, entulhado de objetos, caixas no chão, livros e discos espalhados, tudo a ser dividido e transformado. O fato de a encenação ocorrer em um corredor com plateia dos dois lados, reforça o conceito de separação e faz com que o espaço se torne um aliado do cenário. Durante a pesquisa para a criação da dramaturgia, os atores registraram em vídeos depoimentos pelas ruas de São Paulo, colhendo histórias de amor pessoais. Durante esta etapa do trabalho, uma pergunta foi escolhida para fazer ao público: “Como seus pais se conheceram?”. E dessa indagação simples assim, surgiram depoimentos surpreendentes. “Para responder a esta pergunta, a pessoa pensa – de onde eu vim? – e isso gera uma resposta sempre interessante”. Alguns destes vídeos são projetados durante a peça confrontados com relatos dos próprios atores. , espaço para o improviso junto com a plateia. Já o microfone é utilizado pelos atores nos momentos de narrativa e diálogo com o espectador. Ao final dos nove encontros e diante da impossibilidade privada de encontrar um final feliz, a tarefa vira coletiva , os atores abrem a obra e pedem sugestões para a platéia dar um destinos aos personagens,vale tudo a escolha de um local, uma década,uma música,uma proposta final para a vida dos personagens e assim cada dia é construído um final para contar o percurso de Além do Ponto.