Bate-papo no PAF 3 da UFBA (Ondina, Salvador) - 13 de julho de 2017

Bate-papo no PAF 3 da UFBA (Ondina, Salvador) - 13 de julho de 2017

Postagens populares

Visualizações de páginas da semana passada

Google+ Badge

Translate

1 de set de 2007

Lançamento de Histórias do Tio Jimbo, na Kitabu, Rio de Janeiro

Obra infantil-juvenil do sambista Nei Lopes, Histórias do Tio Jimbo, será lançada na Kitabu, dia 05 de setembro, às 18:00. A livraria, vocês já sabem, está localizada à rua Joaquim Silva, 17, Lapa. Fone 21 22249847. Como noticiado aqui no blogue, durante o mês de junho, Tio Jimbo conta com encarte de sugestões de atividades para sala de aula, elaborado por mim a partir da leitura dos textos. A Mazza Edições me convidou para fazê-lo, depois de ter gostado bastante do encarte confeccionado para a 2a edição do Tridente. Deixo abaixo exemplos das questões, para que se tenha idéia do trabalho. E não deixem de ler o livro. Sugestão de atividades para professores/as, a partir da Introdução da obra. Mostrar imagens do carnaval carioca, desde os primeiros ranchos até chegar às “super escolas de samba”, para que os estudantes possam dimensionar as transformações pelas quais passou esse espetáculo da cultura popular brasileira. Uma dica é apresentar o filme Cartola (Lírio Ferreira e Hilton Lacerda, 2007), no qual há belas imagens do carnaval de décadas passadas. Outra possibilidade para alimentar o debate é a análise da letra do samba Bumbum praticumbum prugurumdum (Aluízio Machado e Beto Sem Braço), da escola de samba Império Serrano, vencedora do carnaval carioca de 1992. Para Estudantes. Por que tio Jimbo preferiria, nos dias de hoje, assistir ao carnaval depois de terminado, pelo aparelho de DVD? Mudou o carnaval, ou teria mudado o tio Jimbo? Sugestão de atividades para professores/as, a partir do texto Sundiata, o Leão do Mali. Esta história permite introduzir e discutir o instigante tema da tradição africana – cultural, religiosa, iniciática. Alguns autores africanos, recentemente publicados no Brasil, tais como, Sobonfu Somé (Burkina Faso) e Amadou Hampâté Bâ (Mali) podem auxiliar com seus escritos e reflexões. Hampâté Bâ, por exemplo, nos mostra que existiram dinastias de griots, compostas por mulheres também, na savana africana, região que cobre de leste a oeste do continente, ao sul do Saara. Era comum que numa família em que o avô fosse griot, os filhos e netos que demonstrassem talento também o fossem e, dessa forma, eram preparados para a função. Para Estudantes. Por que tio Jimbo não se assumiu prontamente como um griot, conforme a sugestão de Dudu? Você sabia que existe um projeto chamado “Pedagogia Griô – a reinvenção da roda da vida” em Lençóis, BA? Pesquise na Internet, procure a Associação Grãos de Luz e Griô e veja o belo trabalho desenvolvido com a memória e os saberes dos habitantes desse pedaço da Chapada diamantina.
Postar um comentário