O poeta Sílvio Diogo sobre a chegada de #OHomemAzulDoDeserto


Conheci Cidinha da Silva por ocasião do lançamento de seu livro de estreia, 'Cada tridente em seu lugar e outras crônicas' (São Paulo: Instituto Kuanza, 2006). A autora sugestivamente evocava Exu ao abrir caminho, e a fluência de sua prosa, a opção pela crônica, o humor crítico e comovente davam mostras de uma escritora arguta, sensível, atenta às grandes questões de seu tempo. Li em seguida, de uma só levada, 'Você me deixe, viu? Eu vou bater meu tambor!' (Belo Horizonte: Mazza, 2008). Foi dessas leituras que nos encontram em momento exato, em que o livro se revela, muito mais do que uma distração, uma necessidade. Depois continuei acompanhando de forma esparsa a sua produção, crônicas e textos de intervenção, mas não tive a oportunidade de ler os muitos livros que Cidinha publicou nos últimos dez anos. É com alegria, portanto, que recebo a notícia de que vem aí 'O homem azul do deserto', pela Editora Malê. Prazer reencontrá-la em livro.
Sílvio Diogo, poeta e jornalista


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