Bate-papo no PAF 3 da UFBA (Ondina, Salvador) - 13 de julho de 2017

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5 de dez de 2010

Belo Horizonte abre museu sobre a mineiridade

(Por Rodrigo Vizeu). "Quadros que lembram as pinturas falantes dos filmes de Harry Potter explicam a Inconfidência Mineira. Uma sala mal-assombrada conta a história de Belo Horizonte a partir de lendas urbanas. Essas atrações estão expostas a partir desta quarta-feira na capital mineira, no Memorial Minas Gerais, sobre a cultura e a história do Estado. Marcado pela interatividade e pela tecnologia, o local lembra os museus do Futebol e da Língua Portuguesa, em São Paulo. Segundo o museógrafo Gringo Cardia, criador do espaço, o foco é o entretenimento. "Não sei nem se é um museu", diz. O Memorial tem 31 salas que mostram as "faces" da mineiridade, como as cidades históricas, as fazendas, a mineração, o artesanato, a música, entre outros. A arquitetura barroca é apresentada em um vídeo narrado por Fernanda Montenegro que é exibido em uma sala de cinema de estilo barroco. Há espaço também sobre mineiros ilustres, como Carlos Drummond de Andrade e Sebastião Salgado. Outra atração é um mapa de Minas sensível ao toque com informações sobre os 853 municípios do Estado. Um espaço conta a história de tradicionais famílias mineiras. Haverá um estúdio em que os visitantes com famílias do Estado poderão gravar depoimentos. A grande vedete é a sala em que telas em vídeo emolduradas trazem atores interpretando figuras da Inconfidência, como Tiradentes. Elas discutem entre si. Sentados em poltronas, os visitantes precisam se virar de um lado para o outro para acompanhar a conversa. Bancado e gerido pela Vale, o Memorial custou à mineradora R$ 27 milhões. O governo mineiro pagou outros R$ 5 milhões. O museu funciona no antigo prédio da Secretaria da Fazenda. A visita é gratuita, mas até 28 de janeiro deverão ser agendadas pelo telefone (0XX31) 3343-7317, das 9h às 19h. O Memorial fica na Praça da Liberdade, no bairro Funcionários, em Belo Horizonte". Curiosíssima fico, para saber, como nós, pessoas negras de Minas, seremos representadas nessa História. Imagino! Vou conferir e depois conto a vocês.
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