Bate-papo no PAF 3 da UFBA (Ondina, Salvador) - 13 de julho de 2017

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23 de jan de 2012

Milhares denunciam racismo contra imigrantes etíopes em Israel

(Deu no Mídia Étnica). "Cerca de cinco mil pessoas protestaram na quarta-feira (18/01/2012) em Jerusalém pelo racismo que, segundo denunciaram, a sociedade israelense exerce contra a comunidade de imigrantes de origem etíope, informou a imprensa local. Os manifestantes, entre eles centenas de etíopes de nacionalidade israelense, se concentraram diante do Parlamento (Knesset) entre cartazes que diziam "Negros e Brancos - Todos somos iguais", "Justiça social" e "Nosso sangue só é bom para a guerra". A manifestação, que em seguida se dirigiu até a frente da residência do primeiro-ministro, Benjamin Netayanhu, também contou com a participação de deputados da oposição e líderes do movimento de indignados, que em meados do ano passado desencadearam a maior onda de protestos da história de Israel. O líder da oposição israelense, Tzipi Livni, também compareceu ao protesto, segundo a edição digital do jornal "Yedioth Ahronoth". Entre os manifestantes estava Mulet Araro, um estudante de 26 anos de origem etíope, que na última segunda-feira (16) empreendeu uma marcha de 63 quilômetros de sua casa em Kiryat Malachi até Jerusalém para denunciar a discriminação que sua comunidade sofre. 'Acho que um pequeno grupo pode gerar uma mudança', disse Araro, que caminhou até Jerusalém acompanhado por outros imigrantes de origem etíope de sua localidade. Na semana passada, centenas de manifestantes protestaram em Kiryat Malachi por conta do racismo que existe contra os imigrantes etíopes. Segundo os participantes do protesto, os proprietários de imóveis se negam a vender ou alugar apartamentos aos imigrantes etíopes e aparecem frases contra eles em vários muros e automóveis da localidade. "Empreendo esta marcha de protesto contra o racismo que reina na sociedade israelense a fim de despertar os cidadãos de seu estado de sonolência atual", anunciou Araro em sua página no Facebook. Os ânimos entre os israelenses de origem etíope se aqueceram na semana passada depois que a ministra de Absorção de Imigrantes israelense, Sofa Landver, disse em uma comissão parlamentar que os imigrantes etíopes deviam "dar graças a Israel por terem sido recebidos". O ativista social Daniel Bahart, que participou da manifestação desta quarta, acusou o governo de até agora ter oferecido apenas uma "resposta cosmética" ao racismo e denunciou inúmeros casos de segregação e discriminação nas escolas e outros âmbitos da sociedade israelense."
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