Bate-papo no PAF 3 da UFBA (Ondina, Salvador) - 13 de julho de 2017

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25 de jun de 2012

Cidnha da Silva no Sarau da Ocupação, dia 27/06, às 19:30





"Venha torcer pela poesia e se aquecer no calor humanos do Sarau mais quente do centro nervoso de São Paulo.
O povo tem um encontro marcado na quarta-feira, 27 de junho, a partir das 19h30, na Avenida São João, nº 588
(próximo a Galeria Olido), pra celebrar a sabedoria popular no melhor estilo ritmo e poesia que já se ouviu na praça.


Neste dia, o Sarau vai receber a escritora Cidinha da Silva pro lançamento do seu mais recente livro de crônicas "Oh, margem! Reinventa os rios!", pelo Selo Povo (2011). No dia do lançamento, este e outros títulos da prosadora de mão cheia estarão a venda a preços populares. Mineira de Belo Horizonte, Cidinha é uma grande escritora que tem contribuido muito pra presença africana na literatura brasileira, a começar pelos seus escritos. Seu jeito próprio de escrever, que nos remetem muitas vezes a cenas de um cotidiano arcaico, tem levado a escritora a aventurar suas narrativas noutras linguagens como o cinema e o teatro.

"Quero que a senhora escreva a história da minha vida, dá um livro", Máximo afirma seguro. "Todas as histórias de vida dão um livro", eu retruco. "E escritoras gostam de escrever as próprias histórias", completo para desafiá-lo. "Mas a minha história é boa mesmo", ele insiste. "Acredito que sim, mas por que você mesmo não a escreve?" "Não posso!" "Por quê?" "Eu não teria coragem." " E o que o leva a pensar que eu teria coragem de contar a sua história?" "As coisas da senhora que já li." "Muito bem, é um bom argumento. Posso ouvir a sua história e contá-la do meu jeito. Pode ser assim?" "Pode!" - trecho da crônica O prisioneiro, em Oh margem! Reinventa os rios!, de Cidinha da Silva.

O Sarau também vai arrecadar alimentos para as famílias sem teto mais necessitadas. Então, se puder, traga 1kg de alimento não perecível para doação. Só não fique de fora!

Não esqueça a sua letra, poesia, rima ou ideia. Se preferir escolha ou faça na hora, sem deixar o ritmo e a poesia caírem. Um banquete de livros fica sempre a disposição. Pode somar porque é tudo gente da gente, é tudo gente como a gente!"
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