Bate-papo no PAF 3 da UFBA (Ondina, Salvador) - 13 de julho de 2017

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12 de dez de 2012

Ellen Oléria por Cidinha da Silva




"E quando nossa cantora vencer a etapa final, não nos lembraremos de Ellen Oléria como portadora de história lacrimosa, como a que triunfou sobre uma saga inacreditável de dificuldades. Não! Ellen vem de outro lugar, afirma outro lugar. Ela ficará em nossa memória pelo refinamento de idéias e atitudes, pela força oceânica do canto, pelo talento, preparo técnico, ousadia e propriedade para dar roupa nova às canções. Ela nos marcará pela alegria de carregar em si, como também o faz Seedorf, o perfume mais sedutor produzido em nosso jardim" (do texto Seedorf e Ellen Oléria).

"Definir a cantora atlântica como negra, lésbica, feminista, candanga da Ceilândia... é tomar parte do todo-Ellen, que é poeta, atriz, compositora, filha amorosamente cúmplice da mãe, irmã e amiga querida, amante da amada. É também fundadora da Confraria das Pretas Poderosas. O caminho de Ellen é exuzilhado e ela brisa, desenvolta.

Ellen é nossa cantora. Nossa vez, nossa voz, rasgada e amorosa. Ellen é múltipla e polifônica. É soberana da Angola Janga das Águas!" (do texto Que o amor para sempre viva, minha dádiva!).
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