Bate-papo no PAF 3 da UFBA (Ondina, Salvador) - 13 de julho de 2017

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14 de jul de 2007

Tridentiando 2

“Acabei a leitura desta pérola de livro e usando do seu minerês ele [o livro] "tá bem bunitim". Eu comecei a ler euforicamente, afinal, não é comum ter amigas que escrevem um livro de crônicas. Fiz uma interrupção de alguns dias, por ele [de novo o livro] ser tão real, que alguns pequenos desencontros murcharam o desejo da leitura, mas como a ranzinice não passou de uma semana, retomei a leitura, ontem, e ontem mesmo acabei. Quero lhe dizer, que para além do ótimo estilo afro-mineiro que transforma a vida em letras, vc ajudou-me a descobrir que eu gosto de ler e, o faço quando a leitura me retrata e às coisas do meu povo. Senti-me grande, feliz porque não eram os "outros" escrevendo sobre nós, era o nos de nós se revelando, se fazendo autônomo, independente, saindo, realmente, da tutela dos "outros" que sempre falaram dos nossos nós. Valeu, pretinha”. (quase anônimo 2) “Não!!! Não era para ter perguntado! Para teres uma idéia, larguei o Tridente há duas semanas atrás, simplesmente apavorada porque só me falta ler uma crônica! Pensei comigo: se eu ler a ultima o livro acaba! Por isso, não abri mais, prolongando o tempo dele na minha cabeceira. Foi muito bom encontrar uma Cidinha que eu não conhecia, Vivinha da Silva”. (quase anônimo 3) “Voltei numa sexta-feira dia 25 de agosto, decidida a ler teu livro na viagem. E que viagem! Adorei viajar contigo, literalmente. Eu no meio das nuvens, vestida de branco de Oxalá, sendo transportada a situações, momentos que você viveu ou criou e eu rindo sozinha. Noutras, quase fui as lágrimas. Enfim, gostei muito do seu jeito de escrever, de demonstrar teus sentimentos, indignações, indagações etc. Sabe eu tô de saco cheio de ler textos, sempre com todas as armas e raiva na frente. Os seus não são assim. Vc fala das nossas dores, de posturas políticas, tanto no campo do movimento negro, feminista, sem aquele ranço. Isso foi uma das coisas que mais me chamaram atenção em seu livro. Vc fala dos nossos problemas de um lugar sadio, sadio no sentido do não ranço. Nos chama prá reflexão, numa boa. legal! Enfim, foi muito bom viajar com vc”. (quase anônimo 4)
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